PERFIL: OTIMISMO MESMO DIANTE DE DIFICULDADES

20/11/2020

Conheça um pouco mais sobre a estudante de Jornalismo e redatora do blog Beatriz Monique. 

      Beatriz Monique é uma escorpiana de 23 anos que, antes dos 16, já estagiava como jovem aprendiz em um hospital. Desde então, dedicou-se para fazer medicina, mas quem diria que o mundo iria dar voltas e Beatriz iria acabar fazendo jornalismo.

      O caminho que Beatriz percorreu para se inserir na área de comunicação ocorreu quando ela tinha 17 anos. Ela explica que se envolveu com pautas sociais, o que permitiu que ela abrisse seus olhos e percebesse o quanto nossa sociedade precisa de informação. Com isso, Beatriz diz que a nossa sociedade é "triste", mas sempre tenta ficar otimista, principalmente nessa sua nova fase da vida que está sendo tão marcante.

      Apesar de ocorrerem desilusões com a sociedade, Beatriz não se arrepende de estar fazendo jornalismo e pretende fazer outro curso ligado à Comunicação. Entretanto, a estudante percebe alguns fatores na universidade em que estuda atualmente que merecem atenção: "Nossa universidade não tem pessoas pretas. E também eles investem muito em mão de obra. Falta criar pessoas pensantes." Além disso, Beatriz diz que a universidade tem tirado muitos professores importantes e que agora só resta alguns bons professores.

      Mesmo com todas essas situações, Beatriz gosta muito do curso de jornalismo e se dedica muito às atividades. Por conta dessa sua dedicação, ela tem conhecido muitas pessoas importantes que admira. Dessa forma, ela se diz muito comunicativa para fazer entrevistas, porém também é discreta.

     Além do seu amor pelo curso de jornalismo Beatriz, gosta muito de escutar música. "Eu escuto muita música brasileira pernambucana e também rap", conta. Esse amor por música torna-se seu "passatempo" preferido, pois a moça diz que ama fazer suas obrigações particulares com música. A música também a levou a trabalhar na Indústria Cultural, já que hoje em dia trabalha como assessora de imprensa de um grupo de rap.

     Beatriz também gosta de assistir séries, apesar de dizer que antes não tinha paciência para esse tipo de programa que, segundo ela, demora muito para acabar. Por isso, sempre preferia os filmes, que são mais rápidos. "Os tipos de séries que eu mais gosto de assistir são as mais dramáticas e também as que falam sobre o desenvolvimento dos jovens, como por exemplo, Atypical", diz ela.

      Mas não são apenas as séries que Beatriz aprecia, a jovem também gosta de ler livros, como autobiografia, livros reportagem e fantasia. Além de ler livros, ela também gosta de ler notícias como longform, agências públicas, perfil, pautas sobre política e meio ambiente.

     Todavia, Beatriz, como todo ser humano, também sofre de questões como insegurança profissional e crises de ansiedade. No contexto da pandemia, ela sofreu profissional e psicologicamente. Mas, da mesma forma que a pandemia a afetou negativamente, trouxe impactos positivos, como uma nova reeducação alimentar e o crescimento pessoal e profissional, pois ela teve que se renovar e reinventar diante dos problemas que a pandemia causou.

      A estudante também já passou por momentos constrangedores. "Eu estava fazendo um estágio de assessoria e iria ter uma reunião com pessoas super importantes. Na reunião, alguém acabou derrubando um copo de cerveja no chão, então eu passei (sem perceber que tinha cerveja derramada no chão), escorreguei e caí no chão no meio de várias pessoas".

     Mesmo com todos esses "corres", Beatriz leva a vida da melhor forma possível. Viaja para o Paraná, onde sua família vive. É vegetariana (mas não deixando de comer uma "besteira" às vezes) e mora com seu cachorro, Bob.

     Beatriz também passou por uns momentos difíceis: um deles foi quando, aos 14 anos, assumiu fazer parte da comunidade LGBTQ+ para seus pais e sua família. "Quando me assumi, uma parte da família me apoiava, e a outra parte não. Tudo foi uma questão de aprendizagem para minha família. Hoje em dia temos uma relação tranquila", conta.

     O maior sonho de Beatriz é poder conquistar sua carreira profissional, e o seu maior medo é que essa carreira não se realize.


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